Domingo, 5 de Junho de 2005

Ó mano




Já não te escrevo há muito tempo. São ínvios os caminhos do Senhor e os meus seguem-lhe o rastro, sem aquele fulgor que nos ensinaram na catequese, também te digo.
Da última vez que te escrevi já não me lembro que era o primeiro-ministro do rectângulo. Agora é o Sócrates, não esse, o José que ganhou ao poeta da “Praça da canção” o controle do PS.
E o estado de graça começa a fugir debaixo dos pés do homem. A intenção é boa, querer solidificar a economia portuguesa, o pior é que não se entende quem é quem na “economia portuguesa” e quem paga, são sempre os suspeitos do costume, e as casas de 600 mil euros e os carros topo de gama, vendem-se no ver se te avias…
Ó mano, eu não quero chamar o Marx à conversa, mas, parece-me que mais uma vez, o homem tinha razão…


publicado por João de Mello Alvim às 20:17

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