Domingo, 16 de Janeiro de 2005

Que te posso dizer daqui,mano?

Tenho o branco, plano em cor, à minha frente. A árvore e as ervas que secam neste Janeiro que resiste à água.
Que te posso dizerdaqui, mano ? Acrescentar o azul do céu que o fim-de-tarde enegrece?
Mesmo esta música que ouço, que sei que não é a tua,pouco acrescenta.
Janeiro é, como sempre foi, o mês das promessas que nunca cumprimimos. Adiamos as promessas, adiamos o erguer do punho e eles continuam mais fortes.
Que te posso dizer daqui,mano, quando o vento já não tem chama,já não corta a planície, já não agita as águas e, se as agita, toca e foge.


Amanhã vou ordenar as promessas e enfrentar o caminho.


publicado por João de Mello Alvim às 17:45

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