Quarta-feira, 24 de Março de 2004

Porque o poeta eras tu.

E tu que tanto desconfiavas da net, vais agora começar a bater com a careca nos teus poemas. Porque eu sei que andas, com o eterno cigarro na mão, a viajar por aí por cima, a lançar olhares, ora atentos, ora cáusticos, sobre santos e anjos. Vais mesmo investigar isso do sexo: se há só anjos, ou se existem também também anjas? E já imagino elas em teu redor, a ouvir as tuas estórias e os teus poemas. Esses mesmos que, conforme me forem caindo nas mãos, os lançarei, qual "Discóbolo" de Miron aí para cima: aí vai aço...
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publicado por João de Mello Alvim às 22:43

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